terça-feira, 12 de julho de 2011

Uilson Mello - Salvador

“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse. Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis”.
(I Pedro 4.12, 13)

A Diocese de Barreiras junto ao seu Seminarista, Uilson Mello, se alegram pela retomada dos estudos seminaristico do mesmo.
O Seminarista Uilson que até o ano de 2010 estudava no Seminário Interdiocesano São João Maria Vianney em Goiânia-Goiás passa a partir deste ano corrente a estudar na Arquidiocese de Salvador-Bahia, sendo seminarista de Barreiras-Bahia. No seu período “Shabat” (seis meses) ele morou na Paróquia de Angical com o padre Reinan, onde ficou até o dia 10 de julho deste ano. Depois de um breve e ao mesmo tempo longo caminho, a equipe de formação da Diocese (Dom Josafá, Pe. Eraldo, Pe. Iolândo e Pe. Verneson) decidiram enviar o jovem Uilson para Salvador. Desta forma, Uilson dará prosseguimento ao curso de teologia, sendo matriculada na Faculdade de São Bento, no período do 2° ano do 4° semestre. Ele vai residir com os seminaristas da Diocese de Alagoinhas-Bahia, que tem como pastor Dom Paulo Romeu.  A sua ida se deu no dia 11 de julho, pois do dia 13 a 17 será o retiro com os seminaristas de Alagoinhas.
Ao nosso irmão Uilson Mello, damos as boas vindas no meio acadêmico, pois no seio fraternal ele sempre esteve presente. Seja bem vindo irmão e boa caminhada em Salvador-Bahia. A sua caminhada torna-se para os vocacionados um exemplo de perseverança e dedicação pelo Reino de Deus.

Tenha fé! Seja sinal de Deus para outros JOVENS!!!!
SAV – Serviço de Animação Vocacional
32 anos de Amor pelas vocações

terça-feira, 5 de julho de 2011

Aprovação dos Ministérios


Jovem, Jovem, Jovem!!!!
O Senhor nos convida a renovar a cada dia o nosso Sim, e nos chama a cada instante a lhe seguir: “Vem e segue-me”.
Assim, a Diocese de Barreiras – Bahia felicita juntamente com os seus seminaristas: Daniel Luiz Pereira dos Santos 3º Ano de Teologia (admissão ao Acólitato), Pedro Felipe Macedo Ramos 2º Ano de Teologia (admissão ao leitorato), Cleinilson da Silva Lima 2º Ano de Teologia (admissão ao leitorato), Mário Correia da Silva 2º Ano de Teologia (admissão ao leitorato), Onildo Novais Rodrigues 1º Ano de Teologia (admissão as ordens sacras), Robevalton Soares de Souza 1º Ano de Teologia (admissão as ordens sacras) e Domingos de Souza Rodrigues 1° de Filosofia, pelo belo final do semestre e pelas aprovações ministeriais.
 É conforme a beleza do chamado que a Igreja chama a esses jovens da Diocese de Barreiras a dar um passo a mais no seu chamado, e também lhe convida AMIGO JOVEM, a perder o medo do mundo e dizer SIM ao chamado de Deus: “Vem JOVEM e SEGUE-ME”.

PARABÉNS SEMINARISTAS DA DIOCESE DE BARREIRAS – BAHIA; e a VOCÊ JOVEM!!!!!!!! CORAGEM NA SUA DECISÃO, “Deixe ser por Mim modelado”.

SAV 30 anos de Evangelização em prol das Vocações.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Papa celebra 60 anos de sacerdote: "O momento mais importante da minha vida"



Esta quarta-feira 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Pablo, o Papa Bento XVI celebra o 60º aniversario de sua ordenação sacerdotal na Catedral do Freising (Alemanha) à idade de 24 anos. Em suas palavras esse dia foi "o momento mais importante de minha vida".

O jornal vaticano L’Osservatore Romano recorda em sua edição deste 29 de junho um extrato do livro do então Cardeal Ratzinger publicado em 1997: "De minha vida: Lembranças 1927-1977" no qual relatou com simplicidade e emoção o dia de sua ordenação sacerdotal:

"Pelo menos nos últimos dois meses –escreve Joseph Ratzinger– pude me dedicar inteiramente a me preparar para o grande passo: a ordenação sacerdotal, que recebemos na Catedral de Freising das mãos do Cardeal Faulhaber, na festa de São Pedro e São Paulo de 1951.

Éramos mais de 40 candidatos, quando fomos chamados respondemos Adsum, ‘aqui estou’. Era um esplêndido dia de verão, que é inesquecível, como o momento mais importante da minha vida.

Não se deve ser supersticioso, mas no momento no que o ancião Arcebispo impôs suas mãos sobre mim, um passarinho –talvez uma cotovia– se elevou do altar maior da catedral e entoou um pequeno canto alegre, que foi para mim como se uma voz do alto me dissesse: você está bem assim, você está no caminho certo.

Seguiram logo quatro semanas do verão, que foram como uma única grande festa. O dia da primeira Missa (em 8 de julho em Traunstein) nossa igreja paroquial de São Osvaldo estava iluminada em todo seu esplendor, e a alegria que a enchia quase palpável mente envolveu a todos na ação sagrada, na forma muito viva de uma ‘participação ativa’ que não necessitava de uma particular operatividade exterior.

Fomos convidados a levar a todas as casas as bênçãos da primeira Missa e fomos acolhidos em todo lugar, inclusive por pessoas completamente desconhecidas, com uma cordialidade, que até a aquele momento nem sequer teria imaginado.

Experimentei assim muito diretamente as grandes expectativas que os homens têm dos sacerdotes, quanto esperam sua bênção, que deriva da força do sacramento. Não se tratava de minha pessoa ou da de meu irmão: o que teria podido significar para si mesmos dois jovens como nós para tanta gente com a qual nos encontrávamos?

Eles viam em nós pessoas às quais Cristo havia confiado uma tarefa, para levar sua presença entre os homens. Seguramente porque não estávamos no centro de tudo, nasciam rapidamente relações amigáveis".

O encarregado de conferir as ordens sagradas ao futuro Papa em 29 de junho de 1951 foi o Cardeal Michael von Faulhaber, biblista e especialista em patrística, Arcebispo de Munique e Freising (Alemanha) e um dos mais valentes críticos do regime nazista.

A Congregação para o Clero exortou a todos os católicos do mundo, especialmente os sacerdotes, a dedicar 60 horas de adoração eucarística para rezar pelo Papa, uma hora por cada ano de sacerdócio que Ele celebra neste 29 de junho.


Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22088

“Quem não toma a sua cruz e não me segue não é digno de mim” (Mt 10,38)

A exigência do chamado norteia o caminho vocacional de cada pessoa convidada pelo Senhor em segui-lo. É por meio da sua voz ressoante no mais íntimo de cada coração, e por ação abrasante do divino fogo amoroso do “Ruah”[1], que a grandeza do chamado se expressa: “Antes mesmo de te formar no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei. Eu te constitui profeta para as nações.” (Jr 1,5) E quando esse é formalizado por palavras, “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6,8) que entoa a resposta do chamado, é dito com profundidade de alma e abertura para deixar-se ser modelado quantas vezes for necessário.
É deixar de fato a obra acontecer, pedindo ao Senhor a renovação do homem velho “que se corrompe ao sabor das concupiscências enganosas”  para um homem novo “criado segundo Deus, na justiça e santidade da verdade” (Ef 4,22) disposto a tomar a sua cruz e enfrentar com coragem as cruzes do nascente e do poente, do norte e do sul, mas felizes por viver diante do Senhor e sempre a escutar o seu chamado: “Samuel, Samuel” (1Sm 3,4). E de fato, quando se dá abertura para a escuta, a resposta deverá ser: “Fala Senhor, teu servo escuta” (1Sm 3,9) , ou de forma atuante: “E eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados e partiram, seguindo a Jesus” (Mc 1,20).
O chamado que na grande maioria inflama o espírito, deve ser acolhido como um pedido ansioso por parte daquele que é chamado, pois aquele que chama deseja ardentemente modelar o convidado. É a partir dessa disposição real e concreta que a cruz pesada deixa de ser peso, e passa a ser um julgo suave e leve para aquele que anda com o Senhor. E na verdade torna-se caminho traçado na fidelidade e na certeza de que o Senhor nos chama e nos impulsiona cada amanhecer, e assim poderemos dizer como São Paulo: “Pois o que é locura de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.” (1Cor 1,25).
Entretanto, jovem, Deixar-se conduzir pelo Cristo significa que o seu chamado foi compreendido e aceito com amor, pois somente a Ele e por Ele que o reino tem sentido. Devemos viver a experiência dos Santos, que souberam ouvir a voz do Senhor e junto d’Ele tomar a cruz e segui-lo. Grande exemplo é São João Maria Vianney, patrono das vocações sacerdotais e dos padres. Já aqueles que renegara a cruz não conhecera a Cristo e saborearão: “seu fim é a destruição, seu deus é o ventre, sua glória está no que é vergonhoso, e seus pensamentos no que está sobre a terra.” (Fil 3,19).   



Por: Pedro Felipe Macedo Ramos 
2º ano de Teologia


[1] Termo hebraico que significa o Sopro de vida do Espírito Santo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A EUCARISTIA é o amor primeiro do VOCACIONADO


     "O vocacionado deve seguir os passos do Mestre"
 


Estamos na semana da festa de Corpus Christi, celebração litúrgica do "corpo de Cristo entregue e do sangue derramado por nós". É a solene comemoração do amor do Filho de Deus, que deu a vida para nos salvar.

1) Na Quinta-Feira Santa recordamos a última ceia, na qual Jesus instituiu o Sacrifício da Nova Aliança e a selou com seu próprio sangue, aceitando a morte violenta na cruz. O apóstolo João faz a apologia desse "amor primeiro" pelo qual Jesus Cristo -antes de qualquer resposta de nossa parte- entregou-se a Deus pai por nós (1 Jo 4,8). A ênfase litúrgica é colocada no amor de Cristo por nós. "Não há maior amor do que dar a vida pelo amado" (Jo 15, 13).

2) Na festa do "corpo de Cristo" louvamos a Deus pelo grande dom da eucaristia. Um aspecto primordial nessa celebração é a resposta da nossa parte à doação do salvador. "Deu a vida por nós", diz são João, que conclui: "Também nós devemos dar a vida pelos irmãos" (1 Jo 3,16). Amor com amor se paga. Assim, a mensagem e o significado do "corpo entregue de Cristo" é a descoberta de que, ao amor gratuito e "primeiro" de Deus para conosco, deve corresponder o nosso "amor primeiro" aos irmãos: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amo" (Jo 13,35). Entrar em comunhão com Cristo pela eucaristia é imitar o divino salvador e comprometer-se em empenhar-se a fim de que todos tenham vida.

3) Em cada celebração eucarística, estamos pedindo a Deus que nos auxilie a cumprir o mandamento da nova lei, amando "primeiro" -com plena gratuidade- aos irmãos, a começar dos mais necessitados. A eucaristia é, assim, fonte de doação fraterna e tende a se expressar em gestos de solidariedade e partilha, lançando, ainda nesta vida, as bases para um tipo novo de sociedade, marcada pela justiça, concórdia e paz.

4) Concentra-se, portanto, na eucaristia um enorme potencial de doação e serviço ao próximo, nascido do mandamento do amor, que deveria dinamizar cada um de nós e a comunidade cristã para atender às necessidades espirituais e materiais do nosso povo. Nessa perspectiva insere-se o trabalho de evangelização como forma de aproximação mais pessoal, como visitas domiciliares, roteiros de reflexão para grupos de famílias, catequese crismal para os jovens, cursos de teologia para leigos, preparação e acompanhamento de casais, diálogo ecumênico e inter-religioso.

Na mesma vontade de servir vão as comunidades descobrindo como ir ao encontro das situações de injustiça social e pobreza. Crescem a consciência da cidadania e o compromisso político como forma qualificada do amor cristão. Entre as iniciativas imediatas mais frequentes, intensificam-se as atividades da Pastoral das Crianças, os cuidados para deficientes, enfermos e idosos. Recente é o método de atendimento em família aos portadores de HIV. Várias comunidades, neste ano, criaram bancos de emprego, recebendo pedidos e habilitando candidatos. Há união de esforços para construção de casas em mutirão, assentamento de famílias, organização de trabalhos artesanais e distribuição de alimentos, roupas e remédios.

São formas de expressar a fraternidade cristã e de promover o bem comum que nascem do zelo em imitar o coração de Jesus realmente presente na eucaristia. O corpo entregue e o sangue derramado de Cristo permanecem para sempre como o grande exemplo de amor a ser seguido. São também o alimento que nos fortalece a fim de sermos capazes de cumprir a missão de tornar visível no mundo de hoje o amor primeiro que o Espírito Santo em nós infunde.

Dom Luciano Mendes de Almeida, SJ

Responda com ALEGRIA: SIM EU QUERO...


 
"  A EUCARISTIA faz o SACERDOTE!!!
      O SACERDOTE  mostra JESUS EUCARÍSTICO aos irmãos". 





JOVEM! JOVEM! JOVEM! 
O SENHOR CONHECE A CHAMA DO TEU CHAMADO DESDE O SEIO MATERNAL: "  JÁ LHE CONHECIA DESDE O VENTRE DE TUA MÃE",  E POR ISSO ELE LHE CHAMA: "  VEM E SEGUE-ME". 



PORQUE TEMER AO SENHOR JOVEM? 
RESPONDA COM ALEGRIA O SEU SIM AO SENHOR.


DIOCESE DE BARREIRAS, 
 30 ANOS EVANGELIANDO A JUVENTUDE.
SAV - SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como se descobre a vocação?





1. Os sinais

Há infinitas formas que Deus pode utilizar para chamar um jovem ao seu serviço. Eis alguns dos sintomas mais freqüentes:
- Você quer fazer alguma coisa grandiosa na vida.
- Você sente que Deus espera algo mais de você.
- Você se preocupa com o sofrimento dos homens.
- Você gosta da vida de um jovem ´normal´, mas sente que está faltando algo.


2. Seja honesto

- Diante de Deus e diante de si mesmo.
- Só você pode dar a resposta a Deus.
- Há muitos jovens que têm medo de descobrir a vocação e preferem se esconder debaixo de pretextos.
- É um erro achar que Deus pode nos propor algo que não nos faça felizes!


3. Ter qualidades

Quando Deus chama, Ele dá as qualidades necessárias para o sacerdócio. Você tem de saber se possui essas qualidades. Para isso, converse com o sacerdote orientador vocacional; depois de um período contínuo de discernimento, ele te ajudará a descobrir.


4. Não se esqueça de que a vocação é um processo

- A vocação sacerdotal é um processo, como toda história de amor.
- Não queira respostas fulminantes e por fax.
- Deus se esconde um pouco quando nos chama, e faz isto porque quer deixar uma boa margem para a nossa liberdade. De outro jeito, não seria uma história de amor e sim escravidão.
- Peça ajuda a algum sacerdote orientador vocacional.
- Aproveite os encontros e retiros vocacionais para conhecer melhor a vocação e o ambiente de um seminário. 

Fonte: http://www.vocacao.org/content-ffl.htm